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Relatório mensal de atividades do PET Letras: Junho de 2026

  • Kairóbis Virginia Lopez Chacare e Elvio Antonio Granja de Abreu Neto
  • há 3 dias
  • 5 min de leitura

Durante o mês de junho de 2026, o PET Letras, como de costume, realizou reuniões voltadas ao planejamento, organização e avaliação de suas atividades, que, como parte intrínseca da estrutura do grupo, são eternizadas através das atas escritas pelos líderes do mês (no caso, os autores deste relatório: Elvio e Kairobis) e aprovadas por todo o grupo. Dentre as atividades que caracterizam  os pontos focais de trabalho depositado no mês de junho, pode-se mencionar: o Travessia – Dia dos Namorados, CinePET com PET História, InterPET, Festa Junina (como também atividades que foram discutidas ao decorrer do mês, mas que apenas se concretizaram em Julho: Petverso com Emmanuel Marinho, Capacitação de escrita com Eliane Miqueletti, etc).


Cronologicamente, o primeiro evento de destaque que pode ser mencionado foi o Travessia de Dia dos Namorados, que tomou lugar no Hall da FALE durante a véspera da comemoração: dia 11 de junho. Na ocasião, os petianos do curso de Letras se juntaram aos integrantes do Centro Acadêmico de Letras Guimarães Rosa (idealizadores da iniciativa Travessia, que caracteriza eventos mensais de teor cultural, político ou acadêmico direcionados ao corpo discente de Letras) e fizeram questão de que o amor estivesse espalhado por toda a parte de nossa faculdade. A ideia foi concretizada por meio da confecção de decorações temáticas: enfeites no formato de corações e cartas de amor, feitas completamente de maneira artesanal pela diversidade de mãos trabalhadoras e dedicadas de petianos e caletianos. O resultado primordial foi um bloco que roubou os corações de todos os discentes, docentes, técnicos e terceirizadas que por lá passaram e que, como se um cupido lhes tivesse atirado uma flecha ao peito, se mobilizaram para fazer declarações de poemas, cantar, e até enviar um correio elegante para alguém que estivessem de olho! 


As discussões sobre o Travessia de Dia dos Namorados foram muitas, mas o verdadeiro debate entre petianos ocorreu no dia 15 de junho, durante o CinePET em colaboração com o PET História. O CinePET, como você, leitor, já deve saber ou imaginar pelo nome sugestivo, se trata de uma atividade do PET Letras em que os integrantes do PET se reúnem com demais petianos de outros cursos para assistirem um filme e, em seguida, discutirem e debaterem a linguagem fílmica presente dentro da obra. Na ocorrência de junho da atividade, os petianos de História escolheram o documentário Apocalipse nos Trópicos para apreciação. Spoilers à parte, o documentário em questão trata sobre política brasileira e, mais especificamente, a relação do movimento evangélico com a campanha eleitoral de Jair Bolsonaro para presidente do Brasil. Considerando a natureza dos petianos, politizados da forma que são, após a exibição do filme não tinham como ficarem calados. Dessa forma, os integrantes dos PETs de Letras e História se fizeram ouvidos e compartilharam reflexões e pontos de vista despertados  ou potencializados pela obra que assistiram. Mesmo que, em avaliação posterior, um ou outro petiano de Letras tenha desabafado sobre não nutrir o maior grau de apreciação pelo gênero cinematográfico documentário, o consenso foi que, a medida que propiciou o diálogo entre PETs e a integração petiana como um todo, os petianos de História fizeram uma escolha muito feliz com sua opção de filme para o encontro, proporcionando um debate muito rico e que não deixou a desejar em nada.


Falando em “entre PETs” e “integração petiana”, o evento de destaque que sucedeu cronologicamente o CinePET na agenda dos petianos foi o XVI Interpet, que ocorreu no dia 20 de junho. O evento em questão teve como tema: Saúde Única, tópico que inclusive refletirá a temática do ENAPET (Encontro Nacional dos Grupos PET) de 2026, possivelmente servindo até de maneira preparatória para o grande evento. Acreditamos que, à medida que mencionamos o ENAPET, talvez estejamos nos adiantando sobre um tópico que adentrará o relatório de um mês próximo (fiquem de olho em nossas futuras publicações por aqui, hein?), já que nem explicamos o que se trata o INTERPET: um evento interno da UFGD que, em algum fim de semana localizado no final do primeiro semestre letivo do ano, reúne os estudantes que integram todos os grupos PET da UFGD em um único espaço. Neste caso, espaço esse sendo a FAIND, cujo, tal como fez ano passado, sediou o evento. 

Uma coisa é fato: acordar cedo, ainda por cima em um sábado, não é fácil! Mas a dedicação dos envolvidos na organização deste INTERPET fez todo o esforço valer a pena. A manhã se iniciou com um café da manhã reforçado, seguido de uma palestra interessantíssima e, finalmente, um workshop! O workshop em questão funcionou a medida que separou os petianos em alguns grupos diversos (que misturaram indivíduos constituents de múltiplos PETs) e atribuiu a todos eles a tarefa de desenvolver um cartaz para cada grupo, a ser produzido partindo de material reciclável e que dialogasse com a temática geral do evento: saúde única. Para além da prática de confeccionar o cartaz, a atividade também contribuiu para que os grupos refletissem sobre diferentes aspectos do que caracteriza o pensamento sobre a saúde única, resultando em uma exposição de cartazes e roda  de discussão sobre os resultados concluídos e disseminados por um representante de cada grupo. A atividade foi positivamente avaliada dentro do grupo à medida que integrou os petianos de Letras aos dos demais cursos da UFGD e instruiu conhecimento sobre uma temática que, a probabilidade indica, nunca seria tratado por conta própria dentro do curso de Letras: saúde única. 


Mas, afinal, nem tudo na vida universitária se resume a discussões teóricas sobre assuntos específicos como é o caso da “saúde única”. A prova viva disso é a maneira que o PET Letras marcou presença na festa junina da UFGD durante os dias 26 e 27 de junho! Além de aproveitarem e apoiarem a iniciativa anual da UFGD em realizar tal evento aberto que celebra a tradição junina nacional, os petianos trabalharam para promover e divulgar a cultura de cordel durante o evento. À medida que fizeram uma barraca decorada e completamente constituída pela iconografia da literatura de cordel, os petianos compartilharam um pedaço de cultura com todos que passaram por lá e mostraram que literatura também pode ser motivo de festa!


Seja festejando ou planejando, organizando e participando de determinado evento, a afirmação inegável é a seguinte: petiano que é petiano não faz pouca coisa! E o mês de junho, sendo apenas mais um mês dentro do corrido dia a dia que caracteriza a rotina de um petiano de Letras  é só uma amostra da paixão dos petianos pelo trabalho que fazem e distribuem pelos corredores dentro e fora da universidade! 


E você? Participou de algum dos eventos de junho que contou com algum dedinho do PET Letras? Se sim, comente abaixo qual  foi e o quê achou!


No mais, esperamos que tenham gostado de saber o que o PET Letras aprontou no mês de junho, e até a próxima, leitores do PET!

Revisado por: Vitor Fonseca Targa


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