Primeira visita ao Centro de Formação Antonio Tonani
- Nycolas Cortez Colman

- 6 de out. de 2025
- 2 min de leitura
No dia 28 de junho de 2025, acompanhado pelos PETs Psicologia, Engenharia Agrícola e Engenharia de Alimentos da UFGD, o PET - Letras participou de uma atividade de extensão no Centro Social de Formação Indígena Antônio Tonani, situado entre as aldeias Jaguapiru e Bororó, no município de Itaporã-MS. O encontro fez parte do projeto coletivo intitulado “Empoderamento Comunitário: Práticas Extensionistas Compartilhadas”. A atividade teve início às 9h e foi marcada pelo caráter integrador e acolhedor, proporcionando o primeiro contato do grupo PET-Letras com o espaço e com o público atendido.
Durante a manhã, os petianos participaram do café da manhã coletivo coordenado pelos demais PETs, num momento de socialização entre os universitários e as crianças indígenas do centro. Esse tempo de observação e troca foi essencial para criar um ambiente de acolhimento e descontração, favorecendo a aproximação com a comunidade. Enquanto isso, o PET - Letras foi recepcionado por uma das irmãs católicas responsáveis pelo local, integrante de uma rede missionária. Ela discorreu sobre a importância e profundidade do trabalho realizado, que não tem natureza proselitista mas busca trazer inovações e bem-estar às comunidades vulneráveis.
Na sequência, foram realizadas duas dinâmicas com o público indígena. A primeira, uma brincadeira de dança chamada “Mariana na beira da praia”, tinha sido apresentada ao PET - Letras durante uma capacitação de contação de histórias com a professora Flávia. A atividade proporcionou interação divertida e espontânea entre os participantes, levando as crianças a perderem sua timidez e se abrirem aos visitantes. A segunda dinâmica consistiu na criação de autorretratos, em que as crianças desenharam e pintaram a si mesmas, expressando-se de forma livre e criativa. Nesse momento, o PET - Letras os supervisionou e os auxiliou. Ambas as atividades visavam fortalecer o vínculo inicial com o público-alvo e estimular a expressão individual e coletiva.
O encontro se encerrou às 11h30, com a sensação de um início promissor e afetivo na interação do PET - Letras com as comunidades indígenas atendidas pelo Centro. Esse primeiro momento representou não apenas uma apresentação institucional, mas um passo importante para a construção de vínculos e a continuidade das ações extensionistas ao longo do ano.

Revisado por: Ana Louise



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